September 2010
August 2010
“Olhe, tenho uma alma muito prolixa e uso poucas palavras. Sou irritável e firo facilmente. Também sou muito calma e perdôo logo. Não esqueço nunca. Mas há poucas coisas de que eu me lembre.”
“Sou composta por urgências: minhas alegrias são intensas; minhas tristezas, absolutas. Me entupo de ausências, me esvazio de excessos. Eu não caibo no estreito, eu só vivo nos extremos.”
”(…)Entender é sempre limitado. As coisas não precisam mais fazer sentido. Não quero ter a terrível limitação de quem vive apenas do que é possível fazer sentido. Eu não: quero é uma verdade inventada. Porque no fundo a gente está querendo desabrochar de um modo ou de outro…”
“Ela queria o prazer do extraordinário que era tão simples de encontrar nas coisas comuns: não era necessário que a coisa fosse extraordinária para que nela se sentisse o extraordinário.”
Talvez o tempo tenha mesmo um efeito na intensidade das emoções. Talvez. Entretando ele pode apenas tirar de foco algo, mas não quer dizer que não exista mais, ou diminua um tanto. Está ali, mas finge que não. As ocasiões passadas, não são mais revividas, mas ás madrugadas em claro diriam o quanto elas são revividas eventualmente. Não está em todo momento mais, mas quando ouvir aquele som, quando...
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‘Você sabe que tá fudido, quando percebe que quem começa a te dar conselhos sou eu.’
Jim Rohn
‘Não deseje mais facilidades, deseje mais qualidades.’